Olho por Olho...e o mundo acabará cego!
Mahatma Gandhi
É com a frase, de um líder inspirador, que início estas linhas...
A proposta deste artigo será um momento de reflexão sobre a liderança que é vivida nos nossos dias.
A pirâmide dos valores universais virou o vértice para baixo...Na realidade o dinheiro, que segundo, a escala dos 10 Valores Universais de Nelson Fritz aparece em 10º trocou de posição com o principal valor universal que é o Amor.
Segundo Gandhi, o amor é a força mais abstrata, e também a mais potente, que há no mundo.
O que se passa actualmente? Na nossa sociedade do querer mais e mais, do consumismo exacerbado, no despique do status e reconhecimento material...O homem passou a preocupar-se mais com o TER do que com o SER.
Mas afinal os nossos lideres são ou não um produto das circunstâncias?
Na realidade poderão estes novos líderes ser um produto da sociedade dos nossos dias? Será que a maior preocupação são os resultados em detrimento das pessoas...esquecendo que são as pessoas que atingem esses resultados?
Trabalhando na área da consultoria, sou presenteada com realidades muito diferentes e com estilos de liderança próprios. É como bastante satisfação que verifico um despertar no sentido de “Queremos fazer mais pelas nossas pessoas”! É louvável a preocupação de algumas empresas pelos seus colaboradores, estando por sinal, mais sensíveis e receptivas a explorar as competências de uma liderança eficaz.
Naturalmente que toda a liderança é situacional, pois varia de acordo com (TOOL)...
- T: Tempo
- O: Organização
- O: Orientação
- L: Local
A experiência faz-me opinar não sobre “o melhor” estilo de liderança, mas sim qual o mais adequado face à situação, à organização e à maturidade da equipa. E na realidade...não existem fórmulas secretas!
Ken blanchard, numa das suas metáforas descritas no seu livro “Gung Ho”, refere-nos o talento do ganso – que aborda o tema da liderança partilhada e do trabalho em equipa, o método do castor – cujo focus está nas acções concretas que permitem atingir o objectivo claramente definido, mas quem cria espaço para os dois anteriores é sem dúvida o espírito do esquilo. E porquê?
O espírito do esquilo foca a energia das pessoas, dá a Visão!
Existe um sentido, e como tal o trabalho vale a pena...pois existe uma sensação de contributo para o bem comum.
1) Reconhecer que está a tornar as organizações melhores
2) Todos trabalham para um objectivo comum
3) Os valores orientam as decisões, planos e acções
Falamos de Visão! Falamos de Inspiração! Falamos de fazer a diferença!
Peter Drucker diz-nos que a liderança é visão...
Peter Senge diz-nos que é mais do que isso, que é a tensão criada pelo fosso entre a situação presente e o sonho. O sonho é fonte de energia que leva à criação de algo que ainda não existe...Não será isso que fazem os líderes?
Martin Luther King, um excelente exemplo de liderança apregoava...”I have a dream”
Moisés conduziu o seu povo pelo deserto durante 40 anos, pois visionava a terra prometida.
Na realidade são os sonhos e visões que nos inspiram e conduzem, certo?
Quando falamos em liderança, podemos imaginar o corpo humano...se não existir um coração...nada mais funcionará.
Ora assim sendo, leva-nos a abandonar o antigo paradigma da liderança organizacional, cuja espinha dorsal é obter do outro alguma coisa em troca do que foi dado...e abraçar a liderança transformacional. A meta principal desta última, consiste em educar as pessoas e moldá-las de modo que possam atingir um objectivo melhor, fazendo assim do mundo um lugar melhor.
Este artigo é um convite à reflexão...Como estamos nas nossas organizações e como exercemos a liderança?
Acredito numa liderança baseada no serviço, na dedicação e como tal no amor.
O meu maior desafio está em tratar os outros como a mim mesma...
Convido-vos a serem um exemplo, cujos pensamentos, palavras e acções estejam alinhadas com propósitos elevados, recheadas de condutas morais e éticas...
E lembrem-se quando contratamos alguém para trabalhar connosco, não são só um simples par de mãos e uma cabeça...mas essencialmente um coração que bate.
Bianca Vilhena de Mendonça
Mahatma Gandhi
É com a frase, de um líder inspirador, que início estas linhas...
A proposta deste artigo será um momento de reflexão sobre a liderança que é vivida nos nossos dias.
A pirâmide dos valores universais virou o vértice para baixo...Na realidade o dinheiro, que segundo, a escala dos 10 Valores Universais de Nelson Fritz aparece em 10º trocou de posição com o principal valor universal que é o Amor.
Segundo Gandhi, o amor é a força mais abstrata, e também a mais potente, que há no mundo.
O que se passa actualmente? Na nossa sociedade do querer mais e mais, do consumismo exacerbado, no despique do status e reconhecimento material...O homem passou a preocupar-se mais com o TER do que com o SER.
Mas afinal os nossos lideres são ou não um produto das circunstâncias?
Na realidade poderão estes novos líderes ser um produto da sociedade dos nossos dias? Será que a maior preocupação são os resultados em detrimento das pessoas...esquecendo que são as pessoas que atingem esses resultados?
Trabalhando na área da consultoria, sou presenteada com realidades muito diferentes e com estilos de liderança próprios. É como bastante satisfação que verifico um despertar no sentido de “Queremos fazer mais pelas nossas pessoas”! É louvável a preocupação de algumas empresas pelos seus colaboradores, estando por sinal, mais sensíveis e receptivas a explorar as competências de uma liderança eficaz.
Naturalmente que toda a liderança é situacional, pois varia de acordo com (TOOL)...
- T: Tempo
- O: Organização
- O: Orientação
- L: Local
A experiência faz-me opinar não sobre “o melhor” estilo de liderança, mas sim qual o mais adequado face à situação, à organização e à maturidade da equipa. E na realidade...não existem fórmulas secretas!
Ken blanchard, numa das suas metáforas descritas no seu livro “Gung Ho”, refere-nos o talento do ganso – que aborda o tema da liderança partilhada e do trabalho em equipa, o método do castor – cujo focus está nas acções concretas que permitem atingir o objectivo claramente definido, mas quem cria espaço para os dois anteriores é sem dúvida o espírito do esquilo. E porquê?
O espírito do esquilo foca a energia das pessoas, dá a Visão!
Existe um sentido, e como tal o trabalho vale a pena...pois existe uma sensação de contributo para o bem comum.
1) Reconhecer que está a tornar as organizações melhores
2) Todos trabalham para um objectivo comum
3) Os valores orientam as decisões, planos e acções
Falamos de Visão! Falamos de Inspiração! Falamos de fazer a diferença!
Peter Drucker diz-nos que a liderança é visão...
Peter Senge diz-nos que é mais do que isso, que é a tensão criada pelo fosso entre a situação presente e o sonho. O sonho é fonte de energia que leva à criação de algo que ainda não existe...Não será isso que fazem os líderes?
Martin Luther King, um excelente exemplo de liderança apregoava...”I have a dream”
Moisés conduziu o seu povo pelo deserto durante 40 anos, pois visionava a terra prometida.
Na realidade são os sonhos e visões que nos inspiram e conduzem, certo?
Quando falamos em liderança, podemos imaginar o corpo humano...se não existir um coração...nada mais funcionará.
Ora assim sendo, leva-nos a abandonar o antigo paradigma da liderança organizacional, cuja espinha dorsal é obter do outro alguma coisa em troca do que foi dado...e abraçar a liderança transformacional. A meta principal desta última, consiste em educar as pessoas e moldá-las de modo que possam atingir um objectivo melhor, fazendo assim do mundo um lugar melhor.
Este artigo é um convite à reflexão...Como estamos nas nossas organizações e como exercemos a liderança?
Acredito numa liderança baseada no serviço, na dedicação e como tal no amor.
O meu maior desafio está em tratar os outros como a mim mesma...
Convido-vos a serem um exemplo, cujos pensamentos, palavras e acções estejam alinhadas com propósitos elevados, recheadas de condutas morais e éticas...
E lembrem-se quando contratamos alguém para trabalhar connosco, não são só um simples par de mãos e uma cabeça...mas essencialmente um coração que bate.
Bianca Vilhena de Mendonça